Salmos 90
Bíblia Portuguesa Mundial (Brazilian Portuguese)
Clementine Vulgate, 1598
1Senhor, tu tens sido a nossa morada em todas as gerações.
1Laus cantici David. [Qui habitat in adjutorio Altissimi, in protectione Dei cæli commorabitur.
2Antes que os montes nascessem, antes que formasses a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus.
2Dicet Domino: Susceptor meus es tu, et refugium meum; Deus meus, sperabo in eum.
3Tu reduzes o homem à destruição, dizendo: “Voltem, filhos dos homens.”
3Quoniam ipse liberavit me de laqueo venantium, et a verbo aspero.
4Pois mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que passou, como uma vigília da noite.
4Scapulis suis obumbrabit tibi, et sub pennis ejus sperabis.
5Tu os levas enquanto dormem. De manhã, brotam como a relva nova.
5Scuto circumdabit te veritas ejus: non timebis a timore nocturno;
6De manhã ela brota e floresce; à tarde, murcha e seca.
6a sagitta volante in die, a negotio perambulante in tenebris, ab incursu, et dæmonio meridiano.
7Pois somos consumidos pela tua ira. Somos perturbados pelo teu furor.
7Cadent a latere tuo mille, et decem millia a dextris tuis; ad te autem non appropinquabit.
8Puseste as nossas iniquidades diante de ti, os nossos pecados ocultos à luz da tua presença.
8Verumtamen oculis tuis considerabis, et retributionem peccatorum videbis.
9Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; terminamos os nossos anos como um suspiro.
9Quoniam tu es, Domine, spes mea; Altissimum posuisti refugium tuum.
10Os dias dos nossos anos chegam a setenta, ou, se houver vigor, a oitenta anos; contudo, o seu orgulho é apenas fadiga e tristeza, pois passa rapidamente, e nós voamos.
10Non accedet ad te malum, et flagellum non appropinquabit tabernaculo tuo.
11Quem conhece o poder da tua ira, e o teu furor, segundo o temor que te é devido?
11Quoniam angelis suis mandavit de te, ut custodiant te in omnibus viis tuis.
12Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos um coração de sabedoria.
12In manibus portabunt te, ne forte offendas ad lapidem pedem tuum.
13Volta-te, SENHOR! Até quando? Tem compaixão dos teus servos!
13Super aspidem et basiliscum ambulabis, et conculcabis leonem et draconem.
14Sacia-nos de manhã com o teu amor leal, para que exultemos e nos alegremos todos os nossos dias.
14Quoniam in me speravit, liberabo eum; protegam eum, quoniam cognovit nomen meum.
15Alegra-nos por tantos dias quantos nos afligiste, por tantos anos quantos vimos o mal.
15Clamabit ad me, et ego exaudiam eum; cum ipso sum in tribulatione: eripiam eum, et glorificabo eum.
16Que a tua obra se manifeste aos teus servos, e a tua glória aos seus filhos.
16Longitudine dierum replebo eum, et ostendam illi salutare meum.]
17Que o favor do Senhor, nosso Deus, esteja sobre nós. Confirma para nós a obra das nossas mãos. Sim, confirma a obra das nossas mãos.
no verse 17 in this text
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