Cantares de Salomão
Chapter 7

Cantares de Salomão

Bíblia Portuguesa Mundia…
vs Clementine Vulgate…
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Cantares de Salomão 7

Bíblia Portuguesa Mundial (Brazilian Portuguese)
Clementine Vulgate, 1598
1Como são lindos os seus pés nas sandálias, filha do príncipe! As curvas de suas coxas são como joias, obra das mãos de um artífice habilidoso.
1[ Sponsa Quid videbis in Sulamite, nisi choros castrorum? Chorus Quam pulchri sunt gressus tui in calceamentis, filia principis ! Juncturæ femorum tuorum sicut monilia quæ fabricata sunt manu artificis.
2Seu ventre é como uma taça redonda, onde nunca falta o vinho misturado. Sua cintura é como um monte de trigo, cercado de lírios.
2Umbilicus tuus crater tornatilis, numquam indigens poculis. Venter tuus sicut acervus tritici vallatus liliis.
3Seus dois seios são como duas crias de gazela, gêmeos de uma corça.
3Duo ubera tua sicut duo hinnuli, gemelli capreæ.
4Seu pescoço é como uma torre de marfim. Seus olhos são como os tanques em Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim. Seu nariz é como a torre do Líbano, que olha para Damasco.
4Collum tuum sicut turris eburnea; oculi tui sicut piscinæ in Hesebon quæ sunt in porta filiæ multitudinis. Nasus tuus sicut turris Libani, quæ respicit contra Damascum.
5Sua cabeça se ergue como o Carmelo. O cabelo da sua cabeça é como a púrpura. O rei está cativo em suas tranças.
5Caput tuum ut Carmelus; et comæ capitis tui sicut purpura regis vincta canalibus.
6Como você é linda e como é agradável, ó amor, com as suas delícias!
6Sponsus Quam pulchra es, et quam decora, carissima, in deliciis !
7Esta sua estatura é como a de uma palmeira, e os seus seios como os seus frutos.
7Statura tua assimilata est palmæ, et ubera tua botris.
8Eu disse: “Subirei na palmeira. Segurarei os seus frutos.” Que os seus seios sejam como os cachos da videira, o aroma do seu hálito como o de maçãs.
8Dixi: Ascendam in palmam, et apprehendam fructus ejus; et erunt ubera tua sicut botri vineæ, et odor oris tui sicut malorum.
9Sua boca é como o melhor vinho, que desce suavemente para o meu amado, deslizando pelos lábios dos que dormem.
9Guttur tuum sicut vinum optimum, dignum dilecto meo ad potandum, labiisque et dentibus illius ad ruminandum.
10Eu sou do meu amado. O seu desejo é para mim.
10Sponsa Ego dilecto meo, et ad me conversio ejus.
11Venha, meu amado! Vamos sair para o campo. Vamos passar a noite nas aldeias.
11Veni, dilecte mi, egrediamur in agrum, commoremur in villis.
12Vamos cedo para as vinhas. Vamos ver se a videira brotou, se as suas flores se abriram, e se as romãzeiras estão em flor. Ali eu lhe darei o meu amor.
12Mane surgamus ad vineas: videamus si floruit vinea, si flores fructus parturiunt, si floruerunt mala punica; ibi dabo tibi ubera mea.
13As mandrágoras exalam o seu perfume. Às nossas portas há toda espécie de frutos preciosos, novos e velhos, que eu guardei para você, meu amado.
13Mandragoræ dederunt odorem in portis nostris omnia poma: nova et vetera, dilecte mi, servavi tibi.]

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